terça-feira, 31 de maio de 2011

Cindy Fulsom


Sabe quando a gente começa a sentir independente para ir aos lugares sozinho? Pois é... isso que me lembra toda vez que vejo a imagem desta capa de revista ao lado. Eu tinha 15 anos e estava estudando num cursinho no centro da cidade para fazer a prova da Escola Técnica Federal de Pernambuco, a ETFPE (que mudou para CEFET e agora é IFPE).

Só que ao invés de estudar, ficava mais andando pelo centro da cidade, livre, conhecendo lugares que até pouco antes não imaginava passar. E numa dessas andanças, deparei num sebo qualquer com esta capa que... pasmen! Fiquei hipnotizado... afinal, nunca tinha visto peitos daquele tamanho!? Passei uma vez, outra... e toda vez que isso acontecia, acabava parado feito um mané. O nome da modelo é Cindy Fulsom.

Depois de muito tempo, um dia acabei comprando... só que para o meu desespero, a revista tava com páginas faltando... e justo a garota da capa. Fiquei muita raiva que dias depois, acabei entregando a revista para o meu colega, só ficando com a capa e uma única foto que tinha dentro. Alguns anos depois encontrei no sebo outra exemplar da mesma revista, só que agora sem capa. Revolvi comprar e finalmente pude ver o seu ensaio, he, he, he... infelizmente por causa do chato intrometido do meu irmão, que volta e meia fuçava as minhas coisas, resolvi me desfazer dela.

Os anos passaram... até que mais ou menos em 2005, com as minhas 1ª experiências com a internet, resolvi pesquisar um pouco sobre a modelo. Descobrir que ela fez mais um ensaio em 2000 e depois para nunca mais. Também soube que seu nome não é Cindy Fulsom e estes seios não são de verdades (tá, admito que quando era moleque acreditava...), sendo próteses que até hoje gostaria de saber como são colocadas. Pesquisei mais sobre outras peitudas da mesma época, que eram do mesmo estilo que a Cindy, até que sem querer cheguei em Kerry Marie... e com ela a fase das peitudas super naturais começou, como já mencionei aqui neste blog.

Mesmo não me interessando mais pelas siliconadas e similares, Cindy Fulsom é importante para mim pois, como já mencionei, ela representa uma fase da minha vida, onde a gente começar a caminhar com as próprias pernas e conhece um mundo novo, o que antes só era possível acompanhado ou pelas janelas de um carro. É como certa vez uma colega de classe que estudou comigo no 3º ano disse para mim: "Depois dos 15 anos, tudo passa mais rápido". E com esta postagem, percebo que é verdade.